Nos últimos dias, viralizou nas redes sociais um vídeo cortado onde, supostamente, a Polícia Militar havia utilizado de abuso de autoridade contra um grupo feminista que estava tocando tambores na Praia Brava de Caiobá, em Matinhos (PR).

Os policiais atenderam a denúncia de um morador do prédio em frente à praia, que estava incomodado com o volume do canto e da batucada.

O conflito terminou com a detenção de três integrantes do grupo que foram levadas a delegacia.

De acordo com os policiais, o motivo da detenção foi de desacato, resistência e perturbação do sossego.

Como era de se esperar, assim que o vídeo viralizou, Gleisi Hoffmann, atual presidente do PT, foi correndo ao twitter criticar o trabalho da PM:

Covardemente, a líder petista afirmou que:

“Arte e cultura devem ser incentivadas, e não criminalizadas. Repúdio à ação agressiva dos agente envolvidos.”

O vídeo cortado mostra apenas a parte em que a PM recolheu os instrumentos do grupo, entretanto, o vídeo completo da ação revela os policiais tentando negociar de forma pacífica e perante a lei com as feministas, que se quer dão ouvidos e insistem em continuar a baderna.

O vídeo ainda ainda mostra uma claro ato de desacato a autoridade no momento que chamam pelas costas o policial de fascista.

Em nota oficial, a Polícia Militar do Paraná informou que:

“[…] Atendeu um chamado pelo 190 de perturbação de sossego e, no local dos fatos, o solicitante decidiu representar contra as pessoas que causavam o barulho, sendo encaminhadas três pessoas e apreendidos os instrumentos musicais.

A equipe policial adotou os procedimentos necessários e adequados aplicados em qualquer outra situação de perturbação de sossego. A atuação da Polícia Militar, em qualquer situação, é imparcial e segue diretrizes de direitos humanos.”

veja O vídeo.

Jornal da cidade